STF adia novamente julgamento sobre correção do FGTS



O presidente do STF, ministro Luiz Fux, retirou da pauta da próxima quinta-feira (13) a ação que discute a correção do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Uma nova data ainda não foi marcada.

A Ação Direta de Constitucionalidade foi apresentada em 2014 pelo partido Solidariedade e alega que os indexadores usados para corrigir anualmente o saldo das contas do FGTS são inconstitucionais, já que, quase sempre, ficam abaixo da inflação e, portanto, reduzem o poder de compra do dinheiro depositado ao longo do tempo.

O julgamento da ação atinge todos os trabalhadores que têm ou já tiveram algum saldo no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) desde janeiro de 1999.

Nos bastidores, o ministro Luiz Fux, presidente do STF, disse a interlocutores que este não é o melhor momento para se analisar uma ação com tamanho impacto fiscal.

No dia 13, o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, tinha duas ações para julgamento, o que também influenciou na mudança de pauta.


SAIBA MAIS 👉 QUEM SOMOS

SEGUIR 👉 TWITTER  INSTAGRAM  FACEBOOK

Comentários

  1. Infelizmente, o trabalhador brasileiro, tem sofrido com descaso dos poderes constituídos. É a riqueza construída sobre a miséria. O INSS carrega o ônus que deveria ser imputado aos três poderes.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Olá, deixe aqui o seu comentário, sugestão ou opinião. A sua mensagem é muito importante e será respondida o mais breve possível.

AVISO: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam necessariamente a opinião desta página. É vetada a postagem de conteúdos que violem a lei ou os direitos de terceiros.

MAIS LIDAS:

Carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal

Saiba quem somos e qual o nosso objetivo

Governo enviará SMS cobrando 2,3 milhões de brasileiros que receberam auxílio emergencial indevidamente

As nomeações polêmicas do ministro Calos Lupi para cargos na Previdência Social

Modalidade com garantia simplificada, o e-consignado pode facilitar e baratear o crédito popular no Brasil

A saúde pública no Brasil precisa sair da UTI e cumprir com seus reais objetivos

Auxílio doença do INSS: O que pode ou não pode no benefício

Receita Federal divulga prazo para entrega do IRPF 2021

Reforma da Previdência completa 3 anos trazendo lucro de R$ 156 bilhões para o governo e prejuízos aos segurados

Aprenda aqui como provar seu tempo de contribuição no INSS